Relatório da discussão do grupo 3:



Apresentação pelo Prof. Manuel Tibério:


Miguel
De que forma é que várias marcas valorizam ou desvalorizam o produto


Rui Tadeu: queijo e azeite
Onde estávamos, onde estamos, onde estivemos;

Se não valeria a pena reflectirmos para onde queremos ir;


Cristina Agaton;
Qualificação de produtos DOP, IGP,
Três casos com sucesso no mercado: carne alentejana, azeite de trás-os-montes,

O azeite tem funcionado:
Produtos atomizados;


Funcionamento de redes, gestão da fileiras;
Relação entre os produtos tradicionais e turismo local

Impacto ambiental, Transporte de produtos, alterações climáticas; sistemas localizados;

Avaliação do sistema;


Dimensões restritivas;


Instituições mais adequadas ou não;

Economia, marketing e sociologia;


Alfredo Pereira:

Rui:
Vivam os azeiteiros (Miguel Esteves Cardoso); ignorância tal;

Todos sentem o desafio; o intermediário apresenta da forma como ele entende;
Não se pode partir o queijo ao meio;
Produzir um queijo terrincho mais pequeno;
Aprovar com 300 gramas;

Pelo facto de mudar a dimensão altera a qualidade do produto, não perdeu características;

Nos fatiados

Continuar a dar a máxima garantia ao consumidor;

Não têm o espartilho do caderno de especificações;(alguns têm 20 anos);



1- O conceito de produto de qualidade:

2 - Porque é que há tantos produtos que não estão no mercado; Quais as razões pelas quais não estão;

Formas de produção muito diversas; o mercado, muitas destas coisas surgem do lado errado, funciona do lado da produção, nascem de cima para baixo, nasceram

3 - Indicadores económicos para as regiões


Défice de informação na recolha de: metodologias de recolha
Recolha sistemática; Instrumento para recensear;
Observatório para os produtos tradicionais do Norte de Portugal;
Anuário destinado aos agricultores: preço de factores, estrutura de custos, mercado;
Défice de investigação na caracterização dos produtos;


4 - Inovação nas questões da relação com o mercado: é possível adaptar
Garantir a produção durante todo o ano. Qual é a possibilidade?
Muita coisa a fazer
Aspectos restrtivos dos cadernos de especificações;
Muito a fazer nos processos de certificação;
Existe ou não a percepção de que o caderno de especificações é redutor;


5 - radiografia do mercado
Até que ponto´o consumidor percepciona estas alterações marcas diferentes;
Estudos de mercado específicos;

Motivações dos produtores, percepções dos consumidores em relação a este tipo de produto;

6- a questão das marcas?
Regime alternativo;
Apropriação pela grande distribuição;

7 - Perceber até que ponto há mais valia de entrar em determinado esquema de valorização. Se há a valorização por adoptar
Qual é a vantagem de produzir produtos de qualidade:
Uma das razões que limitam é proteger e burocratizar;
Só sobrevivem se o mercado quiser;

A questão que se coloca; vale a pena ter despesas se tiver um benefício maior: é a informação: isso vale a pena investigar?

Há outros produtos que competem;
Controlo e a certificação: Contributo para facilitar os processos e os métodos de controlo dos produtos; onerar o menos possível o produto; que seja fiável mas menos oneroso; reduzir os cutos em termos tecnológicos e organizacionais;
Novos métodos de indústria agro-alimentar (se têm influência ou não na qualidade do próprio produto tradicional), ajustar o produto tradicional à vida quotidiana;

8- Definição de políticas: Problema organizacional entre instituições; políticas contraditórias; falta de redes;



A grande superfície é o local indicado; como vender no próprio local de produção, internet.lojas da especialidade, alternativas às grandes superfícies;

Repositório

Vitória fantástica da certificação; Há uma identidade;


Lançar o desafio às entidades detentoras se não é altura de fazer uma reflexão dos cadernos de especificações: não se alteraram;


Confusão entre produtos tradicionais, biológicos, etc.

Agrupamentos gestores;